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[...] Seria mais fácil partir se você não se importasse comigo, eu não me sentiria culpada pela tua dor e acabaria por fim com a dor de minh'alma. Meu corpo já não estaria apenas morto por dentro, não doeria, respirar já me és um grande sacrifício. Pra quê tanta tortura? Meu corpo frio já não sente mais nada, assim como meu coração petrificado. Diga-me, para que serve uma vida se ela é resumida em uma dor interminável? A dor não me agrada, não me seduz sequer um pouco. O que me faz continuar é a tua não-indiferença. O ritmo do teu coração quando se aproxima de mim, o brilho dos teus olhos quando se encontram aos meus. O teu amor me dá forças para seguir, mas ainda seria melhor que ele não existisse, assim não doeria tanto abandonar-te. Eu quero acabar com tudo isso, mas sou egoísta demais para te deixar, você é uma necessidade para minha não-morte.. Não digo para meu viver pois isso não é viver, é doer, é sofrer, é um simples existir sem paradoxo algum. 

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Solta o verbo meu jovem.

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