É tão mais fácil escrever quando se sabe o que se sente. Felicidade apenas. As palavras não saem espremidas em meio a dor. As palavras não sufocam, não imploram para sair, apenas saem, apenas caem. Naturalmente, assim como a chuva, assim como o orvalho. Navegam em minha mente assim como o vento navega pelas árvores, dançando com suas folhas. São palavras doces como o mel e frescas como a água, palavras puras. Palavras que vem do coração, que vem de um sentimento bom, de uma pessoa que já sofreu demais. Mas que foi demasiadamente muito bem recompensada com uma grande dose de felicidade.
“Eu poderia muito bem desistir de você agora, poderia decidir te esquecer de vez e não voltar mais atrás. Porém não.. sei que nada foi em vão, nada será em vão. Tanto tempo te amando, sofrendo, chorando, passando noites em claro viajando olhando tua fotografia, pra desistir agora, jogar tudo no lixo como se não tivesse valido nada. Podem anotar aí, ainda vamos entrar juntos na igreja, e de preferência pra casar. Vamos ainda educar nossos filhos, mimar, amar. Teremos dois, um menino e uma menina, seremos os pais mais corujas do mundo inteiro, ensinaremos eles a gostar de rock, e torcer para nosso time. Iremos passar tardes assistindo filmes, noites assistindo jogos, seremos um casal nada normal. Amor nunca irá falta, meu bem. Sei que ainda serei eu a ser chamada de “minha princesa” “meu amor”, por ti. Pois bem sei que Deus nunca faria-me amar alguém por tanto tempo e tão intensamente se não fosse pra valer à pena no final. Cada lágrima de agora corresponderá a dez sorrisos no futuro. ...
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Solta o verbo meu jovem.