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“Sinto falta do aroma da rosa que havia ganhado de ti, ela morreu.. assim como nosso amor. As lembranças se desfizeram com o tempo. Já não há mais nada que prove o que fomos, o que vivemos. Eras a unica coisa que não deixava-me enlouquecer. Vivo cercada de loucos que querem ver-me louca também. Acabam com o que me resta de paciência. Me exigem que seja perfeita, que faça tudo como se fosse um robô. Você era o que me acalmava, o meu abrigo. Já não tenho mais paz. A raiva me consome por completo, estou machucada pro dentro e por fora. Meu corpo cheio de cortes que refletem minha dor. Essa loucura me assombra. Tenho medo de cair nesse abismo e nunca mais poder ver o sol. Estou novamente chorando de pura raiva, por quê me atormentam tanto assim? Já não me basta a dor? Agora o medo.. Por favor meu amor, pelo que fomos, venha salvar-me de tudo isso. Livrai-me desta insanidade de vida, deste medo, desse abismo que grita meu nome, chama-me incansavelmente. Dê novamente um sentido para minha vida, não deixe eles me pegarem e me transformar na mesma coisa que são. Por favor, lhe peço, ignorando todo meu orgulho.. lhe imploro, livrai-me de tudo isso que tanto temo.”
—Livrai-me desta insanidade

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Solta o verbo meu jovem.

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